24 de Junho DE 2017 | SOBRE ESTE BLOG
Domingo, 14 de Abril de 2013, 11h:12
Tamanho do texto A- A+

Política /

Professora de 74 anos bateu forte na presidente: vale a pena ler

pedro

dilma-rousseff-presidente

A professor Martha de Freitas Azevedo Pannunzio, de 74 anos, é de Uberlância. Ela escreveu uma carta para a presidente Dilma que foi entregue em mãos. Vale a pena ler. É a voz de quem não se cala e não consente.  BRASIL CARINHOSO Bom dia, dona Dilma! Eu também assisti ao seu pronunciamento risonho e maternal na véspera do Dia das Mães. Como cidadã da classe média, mãe, avó e bisavó, pagadora de impostos escorchantes descontados na fonte no meu contracheque de professora aposentada da rede pública mineira e em cada Nota Fiscal Avulsa de Produtora Rural, fiquei preocupada com o anúncio do BRASIL CARINHOSO. Brincando de mamãe Noel, dona Dilma? Em ano de eleição municipalista? Faça-me o favor, senhora presidentA! É preciso que o Brasil crie um mecanismo bastante severo de controle dos impulsos eleitoreiros dos seus executivos (presidente da república, governador e prefeito) para que as matracas de fazer voto sejam banidas da História do Brasil. Setenta reais per capita para as famílias miseráveis que têm filhos entre 0 a 06 anos foi um gesto bastante generoso que vai estimular o convívio familiar destas pessoas, porque elas irão, com certeza, reunir sob o mesmo teto o maior número de dependentes para engordar sua renda. Por outro lado mulheres e homens miseráveis irão correndo para a cama produzir filhos de cinco em cinco anos. Este é, sem dúvida, um plano quinquenal engenhoso de estímulo à vagabundagem, claramente expresso nas diversas bolsas-esmola do governo do PT. É muito fácil dar bom dia com chapéu alheio. É muito fácil fazer gracinha, jogar para a plateia. É fácil e é um sintoma evidente de que se trabalha (que se governa, no seu caso) irresponsavelmente. Não falo pelos outros, dona Dilma. Falo por mim. Não votei na senhora. Sou bastante madura, bastante politizada, sobrevivente da ditadura militar e radicalmente nacionalista. Eu jamais votei nem votarei num petista, simplesmente porque a cartilha doutrinária do PT é raivosa e burra. E o governo é paternalista, provedor, pragmático no mau sentido, e delirante. Vocês são adeptos do quanto pior, melhor. São discricionários, praticantes do bullying mais indecente da História do Brasil. Em 1988 a Assembleia Nacional Constituinte, numa queda-de-braço espetacular, legou ao Brasil uma Carta Magna bastante democrática e moderna. No seu Art. 5º está escrito que todos são iguais perante a lei*. Aí, quando o PT foi ao paraíso, ele completou esta disposição, enfiando goela abaixo das camadas sociais pagadoras de imposto seu modus governandi a partir do qual todos são iguais perante a lei, menos os que são diferentes: os beneficiários das cotas e das bolsas-esmola. A partir de vocês. Sr. Luís Inácio e dona Dilma, negro é negro, pobre é pobre e miserável é miserável. E a Constituição que vá para a pqp. Vocês selecionaram estes brasileiros e brasileiras, colocaram-nos no tronco, como eu faço com o meu gado, e os marcaram com ferro quente, para não deixar dúvida d e que são mal-nascidos. Não fizeram propriamente uma exclusão, mas fizeram, com certeza, publicamente, uma apartação étnica e social. E o PROUNI se transformou num balcão de empréstimo pró escolas superiores particulares de qualidade bem duvidosa, convalidadas pelo Ministério de Educação. Faculdades capengas, que estavam na UTI financeira e deveriam ter sido fechadas a bem da moralidade, da ética e da saúde intelectual, empresarial, cultural e política do País. A Câmara Federal endoidou? O Senado endoidou? O STJ endoidou? O ex-presidente e a atual presidentA endoidaram? Na década de 60 e 70 a gente lutou por uma escola de qualidade, laica, gratuita e democrática. A senhora disse que estava lá, nesta trincheira, se esqueceu disto, dona Dilma? Oi, por favor, alguém pare o trem que eu quero descer! Uma escola pública decente, realista, sintonizada com um País empreendedor, com uma grade curricular objetiva, com professores bem remunerados, bem preparados, orgulhosos da carreira, felizes, é disto que o Brasil precisa. Para ontem. De ensino técnico, profissionalizante. Para ontem. Nossa grade curricular é tão superficial e supérflua, que o aluno chega ao final do ensino médio incapaz de conjugar um verbo, incapaz de localizar a oração principal de um período composto por coordenação. Não sabe tabuada. Não sabe regra de três. Não sabe calcular juros. Não sabe o nome dos Estados nem de suas capitais. Em casa não sabe consertar o ferro de passar roupa. Não é capaz de fritar um ovo. O estudante e a estudantA brasileiros só servem para prestar vestibular, para mais nada. E tomar bomba, o que é mais triste. Nossos meninos e jovens leem (quando leem), mas não compreendem o que leram. Estamos na rabeira do mundo, dona Dilma. Acorde! Digo isto com conhecimento de causa porque domino o assunto. Fui a vida toda professora regente da escola pública mineira, por opção política e ideológica, apesar da humilhação a que Minas submete seus professores. A educação de Minas é uma vergonha, a senhora é mineira (é?), sabe disto tanto quanto eu. Meu contracheque confirma o que estou informando. Seu presente para as mães miseráveis seria muito mais aplaudido se anunciasse apenas duas decisões: um programa nacional de planejamento familiar a partir do seu exemplo, como mãe de uma única filha, e uma escola de um turno só, de doze horas. Não sabe como fazer isto? Eu ajudo. Releia Josué de Castro, A GEOGRAFIA DA FOME. Releia Anísio Teixeira. Releia tudo de Darcy Ribeiro. Revisite os governos gaúcho e fluminense de seu meio-conterrâneo e companheiro de PDT, Leonel Brizola. Convide o senador Cristovam Buarque para um café-amigo, mesmo que a Casa Civil torça o nariz. Ele tem o mapa da mina. A senhora se lembra dos CIEPs? É disto que o Brasil precisa. De escola em tempo integral, igual para as crianças e adolescentes de todas as camadas, miseráveis ou milionárias. Escola com quatro refeições diárias, escova de dente e banho. E aulas objetivas, evidentemente. Com biblioteca, auditório e natação. Com um jardim bem cuidado, sombreado, prazeroso. Com uma baita horta, para aprendizado dos alunos e abastecimento da cantina. Escola adequada para os de zero a seis, para estudantes de ensino fundamental e para os de ensino médio, em instalações individuais para um máximo de quinhentos alunos por prédio. Escola no bairro, virando a esquina de casa. De zero a dezessete anos. Dê um pulinho na Finlândia, dona Dilma. No aerolula dá pra chegar num piscar de olhos. Vá até lá ver como se gerencia a educação pública com responsabilidade e resultado. Enquanto os finlandeses amam a escola, os brasileiros a depredam. Lá eles permanecem. Aqui a evasão é exorbitante. Educação custa caro? Depende do ponto de vista de quem analisa. Só que educação não é despesa. É investimento. E tem que ser feita por qualquer gestor minimamente sério e minimamente inteligente. Povo educado ganha mais, consome mais, come mais corretamente, adoece menos e recolhe mais imposto para as burras dos governos. Vale à pena investir mais em educação do que em caridade, pelo menos assim penso eu, materialista convicta. Antes que eu me esqueça e para ser bem clara: planejamento familiar não tem nada a ver com controle de natalidade. Aliás, é a única medida capaz de evitar a legalização do controle de natalidade, que é uma medida indesejável, apesar de alguns países precisarem recorrer a ela. Uberlândia, inspirada na lei de Cascavel, Paraná, aprovou, em novembro de 1992, a lei do planejamento familiar. Nossa cidade foi a segunda do Brasil a tomar esta iniciativa, antecipando-se ao SUS. Eu, vereadora à época, fui a autora da mesma e declaro isto sem nenhuma vaidade, apenas para a senhora saber com quem está falando. Senhora PresidentA, mesmo não tendo votado na senhora, torço pelo sucesso do seu governo como mulher e como cidadã. Mas a maior torcida é para que não lhe falte discernimento, saúde nem coragem para empunhar o chicote e bater forte, se for preciso. A primeira chibatada é o seu veto a este Código Florestal, que ainda está muito ruim, precisado de muito amadurecimento e aprendizado. O planeta terra é muito mais importante do que o lucro do agronegócio e a histeria da reforma agrária fajuta que vocês estão promovendo. Sou fazendeira e ao mesmo tempo educadora ambiental. Exatamente por isto não perco a sensatez. Deixe o Congresso pensar um pouco mais, afinal, pensar não dói e eles estão em Brasília, bem instalados e bem remunerados, para isto mesmo. E acautele-se durante o processo eleitoral que se aproxima. Pega mal quando um político usa a máquina para beneficiar seu partido e sua base aliada. Outros usaram? E daí? A senhora não é os outros. A senhora á a senhora, eleita pelo povo brasileiro para ser a presidentA do Brasil, e não a presidentA de um partidinho de aluguel, qualquer. Se conselho fosse bom a gente não dava, vendia. Sei disto, é claro. Assim mesmo vou aconselhá-la a pedir desculpas às outras mães excluídas do seu presente: as mães da classe média baixa, da classe média média, da classe média alta, e da classe dominante, sabe por quê? Porque somos nós, com marido ou sem marido, que, junto com os homens produtivos, geradores de empregos, pagadores de impostos, sustentamos a carruagem milionária e a corte perdulária do seu governo tendencioso, refém do PT e da base aliada oportunista e voraz. A senhora, confinada no seu palácio, conhece ao vivo os beneficiários da Bolsa-família? Os muitos que eu conheço se recusam a aceitar qualquer trabalho de carteira assinada, por medo de perder o benefício. Estou firmemente convencida de que este novo programa, BRASIL CARINHOSO, além de não solucionar o problema de ninguém, ainda tem o condão de produzir uma casta inoperante, parasita social, sem qualificação profissional, que não levará nosso País a lugar nenhum. E, o que é mais grave, com o excesso de propaganda institucional feita incessantemente pelo governo petista na última década, o Brasil está na mira dos desempregados do mundo inteiro, a maioria qualificada, que entrarão por todas as portas e ocuparão todos os empregos disponíveis, se contentando até mesmo com a informalidade. E aí os brasileiros e brasileira vão ficar chupando prego, entregues ao deus-dará, na ociosidade que os levará à delinquência e às drogas. Quem cala, consente. Eu não me calo. Aos setenta e quatro anos, o que eu mais queria era poder envelhecer despreocupada, apesar da pancadaria de 1964. Isto não está sendo possível. Apesar de ter lutado a vida toda para criar meus cinco filhos, de ter educado milhares de alunos na rede pública, o País que eu vou legar aos meus descendentes ainda está na estaca zero, com uma legislação que deu a todos a obrigação de votar e o direito de votar e ser votado, mas gostou da sacanagem de manter a maioria silenciosa no ostracismo social, alienada e desinteressada de enfrentar o desafio de lutar por um lugar ao sol, de ganhar o pão com o suor do seu rosto. Sem dignidade, mas com um título de eleitor na mão, pronto para depositar um voto na urna, a favor do político paizão/mãezona que lhe dá alguma coisa. Dar o peixe, ao invés de ensinar a pescar, est a foi a escolha de vocês. A senhora não pediu minha opinião, mas vai mandar a fatura para eu pagar. Vai. Tomou esta decisão sem me consultar. Num país com taxa de crescimento industrial abaixo de zero, eu, agropecuarista, burro-de-carga brasileiro, me dou o direito de pensar em voz alta e o dever de me colocar publicamente contra este cafuné na cabeça dos miseráveis. Vocês não chegaram ao poder agora. Já faz nove anos, pense bem! Torraram uma grana preta com o FOME ZERO, o bolsa-escola, o bolsa-família, o vale-gás, as ONGs fajutas e outras esmolas que tais. Esta sangria nos cofres públicos não salvou ninguém? Não refrescou niente? Gostaria que a senhora me mandasse o mapeamento do Brasil miserável e uma cópia dos estudos feitos para avaliar o quantitativo de miseráveis apurado pelo Palácio do Planalto antes do anúncio do BRASIL CARINHOSO. Quero fazer uma continha de multiplicar e outra de dividir, só para saber qual a parte que me toca nesta chamada de capital. Democracia é isto, minha cara. Transparência. Não ofende. Não dói. Ah, antes que eu me esqueça, a palavra certa é PRESIDENTE. Não sou impertinente nem desrespeitosa, sou apenas professora de latim, francês e português. Por favor, corrija esta informação. Se eu mandar esta correspondência pelo correio, talvez ela pare na Casa Civil ou nas mãos de algum assessor censor e a senhora nunca saberá que desagradou alguém em algum lugar. Então vai pela internet. Com pessoas públicas a gente fala publicamente para que alguém, ciente, discorde ou concorde. O contraditório é muito saudável. Não gostei e desaprovo o BRASIL CARINHOSO. Até o nome me incomoda. R$2,00 (dois reais) por dia para cada familiar de quem tem em casa uma criança de zero a seis anos, é uma esmolinha bem insignificante, bem insultuosa, não é não, dona Dilma? Carinho de presidentA da república do Brasil neste momento, no meu conceito, é uma campanha institucional a favor da vasectomia e da laqueadura em quem já produziu dois filhos. É mais creche institucional e laica. Mais escola pública e laica em tempo integral com quatro refeições diárias. É professor dentro da sala de aula, do laboratório, competente e bem remunerado. É ensino profissionalizante e gente capacitada para o mercado de trabalho. Eu podia vociferar contra os descalabros do poder público, fazer da corrupção escandalosa o meu assunto para esta catilinária. Mas não. Prefiro me ocupar de algo mais grave, muitíssimo mais grave, que é um desvio de conduta de líderes políticos desonestos, chamado populismo, utilizado para destruir a dignidade da massa ignara. Aliciar as classes sociais menos favorecidas é indecente e profundamente desonesto. Eles são ingênuos, pobres de espírito, analfabetos, excluídos? Os miseráveis são. Mas votam, como qualquer cidadão produtivo, pagador de impostos. Esta é a jogada. Suja. A televisão mostra ininterruptamente imagens de desespero social. Neste momento em todos os países, pobres, emergentes ou ricos, a população luta, grita, protesta, mata, morre, reivindicando oportunidade de trabalho. Enquanto isto, aqui no País das Maravilhas, a presidente risonha e ricamente produzida anuncia um programa de estímulo à vagabundagem. Estamos na contramão da História, dona Dilma! Pode ter certeza de que a senhora conseguiu agredir a inteligência da minoria de brasileiros e brasileiras que mourejam dia após dia para sustentar a máquina extraviada do governo petista. Último lembrete: a pobreza é uma consequência da esmola. Corta a esmola que a pobreza acaba, como dois mais dois são quatro. Não me leve a mal por este protesto público. Tenho obrigação de protestar, sabe por quê? Porque, de cada delírio seu, quem paga a conta sou eu. Atenciosamente, Martha de Freitas Azevedo Pannunzio Fazenda Água Limpa, Uberlândia, em 16-05-2012
(1249) Comentário(s)
    Mirian Del Carmen Quintilhan | Sexta-Feira, 14 de Novembro de 2014, 08h41
    Prezada Professora, Só posso concordar com suas palavras, nós precisamos de cidadãos dignos que conversem conosco olho no olho e não olhando para o chão. Cidadãos que se sintam incluídos e respeitados e para isto precisam trabalhar e participar do dia a dia do país através de politicas publicas não excludentes. O Brasil precisa OPORTUNIDADE IGUAL PARA TODOS.
    Christian Pinheiro | Sexta-Feira, 14 de Novembro de 2014, 08h41
    Excelente a carta e a iniciativa. Mas como essas, temos N outras, inclusive de Arnaldo Jabor. E onde elas terminam? Elas acabam no fundo do cérebro dos poucos que leem, e 2 dias depois, após 2 novelas, 1 filme e um jogo de futebol, morrem na lembrança. Todos comentam pela Internet. Mas ninguém levanta a bunda para se organizar e protestar. Então, sabe o que vai acontecer? NADA. A carta será esquecida, e novas bolsa-esmola serão criadas. Vocês dizem que o povo menos instruído é vagabundo, e nós, mais instruídos, não somos. Entendo. Mas pense de outra forma: tire o bolsa-sei-la-o-que deles, e espere. Em 30 minutos estão nas ruas protestando. Já você, que paga a conta, esconde-se atrás desta tela de computador, e acredita que postar isso no Facebook vai adiantar em algo. NÃO VAI. Pense nesse caso, quem é vagabundo? Você não é? Te roubam escancaradamente, e você fica de braços cruzados. Bom final de semana, que hoje tem futebol pra você assistir.
    Luis | Sexta-Feira, 14 de Novembro de 2014, 08h41
    Sr Benedito, Bendita seja as palavras desta professora. Sinto por você ser um destes que vive com os míseros R$70.......
    | Sexta-Feira, 14 de Novembro de 2014, 08h41
    Sou professora, coincidentemente português/frances , da rede pública mineira,48 anos e também me indigno diante dos desmandos petistas. Parabéns professora Martha por ter usado de seu precioso tempo para expressar o que "alguns" brasileiros têm em mente.É preciso politizar o povo brasileiro. Estas esmolas são expressamente crueis, só não vê quem não quer. Maria das Dores Marinho de Souza
    Hellen Abreu | Sexta-Feira, 14 de Novembro de 2014, 08h41
    Realmente a ajuda de custo que o governo fornece a população de miseráveis do Brasil, serve para mascarar todo um sistema corrupto e manter calada uma esta massa que acaso levantar-se causará grande estrago, mas a finalidade de tudo isto é manter estes votos, que, apesar de serem contabilizados igualmente ao meu não valem como tal, pois esta população não valoriza o voto e se quer tem consciência da consequência, por isso o voto deve ser direito conquistado por cada brasileiro. O governo atualmente no comando conquistou grande massa da população residente nas regiões norte e nordeste do nosso país, hoje conquista São Paulo, com vistas a reeleger o ex-presidente 'Lula', e nesta garantir mais quatro anos mamando às nossas custas, porque é óbvio que nos próximos quatro anos o Brasil vai render muito, com os olhos do mundo voltados à nós, mas após isto o mercado estabilizará e tenderá a cair, mas os parasitas continuarão a sugar o hospedeiro até a última gota de sangue. Está na hora de mudar de mãos o governo deste país e de impor as necessidades dos cidadãos, com o preço que pagamos com certeza dá pra fazer muito mais por este país, que tem tudo pra ser o melhor.
    terezinha | Sexta-Feira, 14 de Novembro de 2014, 08h41
    concordo com tudo o que vc escreveu
    MARCOS | Sexta-Feira, 14 de Novembro de 2014, 08h41
    Cara Sr. Prof. Marta, concordo com muita coisa que a senhora escreveu, mas é muito enfática no sentido de não ajudar os miseráveis, gostaria então que ajudassem a classe burguesa? eu acho que foi um erro dar ao invés de pagar, ou seja, criar fonte de trabalho de maneira a educar profissionalizar, daí pagar. É muito fácil falar mal de tal ajuda quando se tem de onde se menter, mas quando não tem nada nem mesmo para matar a fome, fica difícil, então reitero, discordo do modo atual da distribuição da renda e concordo com a maioria de seus comentários, discordando ainda do comentário infeliz de nunca votar em ninguém do PT, pois existem muitas pessoas do PT com capacidade de desenvolverem excelentes trabalhos em relação aos problemas sociais e principalmente da educação, afinal já passaram por esse cargo máximo muitas pessoas de outros partidos que não o PT e nada fizera, melhor, conseguiram fazer menos que nada...
    Reinaldo Phillip | Sexta-Feira, 14 de Novembro de 2014, 08h41
    Acho que já explanaram tudo de verdade que essa cidadã e professora descreveu com verdadeiras palavras de sabedoria, estou totalmente de acordo com tudo que está senhora disse nesta carta. Assim como ela eu também não voto no PT.
    Marisa Diniz | Sexta-Feira, 14 de Novembro de 2014, 08h41
    Parabéns pelo desabafo, infelizmente a maioria da população brasileira acredita em tudo que vê e ouve e ainda não se deu conta de que sem educação e opinião não vão longe. Acredito que a maioria não tenha vivido e nem presenciado os horrores que a Sra Dilma cometeu nos tempos do militarismo. Estamos cada dia mais caminhando para uma ditadura comunista disfarçada de democracia. Sem educação o povo vai continuar sendo manipulado por uma meia dúzia de ideologistas malucos e que enfiam tudo goela abaixo de um povo que não tem voz ativa para nada.
    Marcelo | Sexta-Feira, 14 de Novembro de 2014, 08h41
    Eu vi de perto o efeito dos bosas-esmolas, uma funcionária minha pediu demissão dizendo o seguinte: "EU NÃO PRECISO TRABALHAR, O GOVERNO ESTA ME DANDO DINHEIRO, É SÓ TER MAIS UM FILHO PARA AUMENTAR." Esta mesma pessoa deixou de estudar e não fazia nenhum esforço para levar os filhos à escola. PRECISAMOS DE INVESTIMENTO NA BASE, UMA BOA EDUCAÇÃO NÃO NECESSITA DE COTAS NEM DE ESMOLAS, PARABÉNS PROFESSORA.

Preencha o formulário e seja o primeiro a comentar esta notícia

enviar comentário
Confira Também

caldeirão político

Antonio Joaquim admitiu que voltará à política no fim do ano

Sem relação - Tribunal de Justiça encaminha ofício de Taques a PM

Gleisi empossará hoje Barranco à Presidência do PT Estadual

Filho de deputado fará fisioterapia para recuperar movimentos

VEJA MAIS

Vídeo comentário

Na questão da saúde, não existe Governo nem oposição

VEJA MAIS

ARTIGOS

Relações humanas e de Poder na VG

Por: ELIZEU SILVA

Furiosos no ar e em solo

Por: ROBERTO BOAVENTURA SÁ

Reformar o quê, como, para quê?

Por: BOLÍVAR LAMOUNIER
VEJA MAIS

mais lidas

  1. Desembargador decreta prisão de dois secretários do governo Pedro Taques
  2. Chefe da Casa Militar, dois coronéis e um policial já estão presos
  3. Corregedor da PM e diretor de Inteligência também estão presos
  4. Governo vai para quarta troca de comandante da Polícia Militar
  5. Governo afirma que coronéis presos "gozam de total confiança"

ENQUETE

Qual a sua opinião sobre proibição de tomar banho na Salgadeira após conclusão da revitalização?
PARCIAL